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A ViolêNcia Humana

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Information about A ViolêNcia Humana

Published on August 26, 2007

Author: suzart

Source: slideshare.net

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A violência humana Professora Adriana Oliveira

De modo geral, define-se como sendo o uso de palavras ou ações que machucam as pessoas. É violência também o uso abusivo ou injusto do poder, assim como o uso da força que resulta em ferimentos, sofrimento, tortura ou morte.

É possível distinguir alguns tipos de violência: a estrutural e sistêmica e a doméstica .

Violência Estrutural

Violência estrutural “caracteriza-se pelo destaque na atuação das classes, grupos ou nações econômica ou politicamente dominantes, que se utilizam de leis e instituições para manter sua situação privilegiada, como se isso fosse um direito natural”.

Violência estrutural “caracteriza-se pelo destaque na atuação das classes, grupos ou nações econômica ou politicamente dominantes, que se utilizam de leis e instituições para manter sua situação privilegiada, como se isso fosse um direito natural”.

Refere-se às condições extremamente adversas e injustas da sociedade para com a parcela mais desfavorecida de sua população ; Ela se expressa pelo quadro de miséria, má distribuição de renda, exploração dos trabalhadores, crianças nas ruas, falta de condições mínimas para a vida digna, falta de assistência em educação e saúde.; Trata-se, portanto, de uma população de risca, sofrendo no dia-a-dia os efeitos da violação dos direitos humanos, confirmando as palavras de Mahatma Gandhi: a pobreza é a pior forma de violência.;

Refere-se às condições extremamente adversas e injustas da sociedade para com a parcela mais desfavorecida de sua população ;

Ela se expressa pelo quadro de miséria, má distribuição de renda, exploração dos trabalhadores, crianças nas ruas, falta de condições mínimas para a vida digna, falta de assistência em educação e saúde.;

Trata-se, portanto, de uma população de risca, sofrendo no dia-a-dia os efeitos da violação dos direitos humanos, confirmando as palavras de Mahatma Gandhi: a pobreza é a pior forma de violência.;

 

Violência Sistêmica

Brota da prática do autoritarismo, profundamente enraizada, apesar das garantias democráticas tão claramente expressas na Constituição de 1988. Suas raízes, no Brasil, encontram-se no passado colonial. Ainda hoje, as manifestações da violência sistêmica são inúmeras, e o Estado tem se mostrado bastante ineficaz no combate à tortura legal e aos maus-tratos aos presos, bem como à ação dos grupos de extermínio.

Brota da prática do autoritarismo, profundamente enraizada, apesar das garantias democráticas tão claramente expressas na Constituição de 1988. Suas raízes, no Brasil, encontram-se no passado colonial. Ainda hoje, as manifestações da violência sistêmica são inúmeras, e o Estado tem se mostrado bastante ineficaz no combate à tortura legal e aos maus-tratos aos presos, bem como à ação dos grupos de extermínio.

Constantes violações das direitos humanos permanecem, em sua maioria, impunes; “ Essa falência em implementar a lei enfraquece a vigência e dificulta o fortalecimento da legitimidade do governo democrático como promotor da cidadania”. 

Constantes violações das direitos humanos permanecem, em sua maioria, impunes;

“ Essa falência em implementar a lei enfraquece a vigência e dificulta o fortalecimento da legitimidade do governo democrático como promotor da cidadania”. 

 

 

 

 

Violência doméstica

Violência doméstica é o abuso do poder exercida pelos pais ou responsáveis pela criança ou adolescente. Apesar de nem todas as pessoas inseguras serem espancadoras, a maioria dos espancadores são inseguros e procuram afirmar seu poder de dominação pela força física.

Violência doméstica é o abuso do poder exercida pelos pais ou responsáveis pela criança ou adolescente. Apesar de nem todas as pessoas inseguras serem espancadoras, a maioria dos espancadores são inseguros e procuram afirmar seu poder de dominação pela força física.

Existem vários tipos de violência doméstica: violência física (bater, beliscar, empurrar, chutar), a violência psicológica (xingar, humilhar, agredir com palavras), o abuso sexual, a negligência e o abandono.

Existem vários tipos de violência doméstica: violência física (bater, beliscar, empurrar, chutar), a violência psicológica (xingar, humilhar, agredir com palavras), o abuso sexual, a negligência e o abandono.

Em termos estatísticas, no Brasil, cerca de 70% dos casos de violência contra crianças e jovens, tem as pais como agressores. Essas agressões, em geral descontroladas, são consideradas como medidas de educar e disciplinar, próprias do poder dos pais. No entanto, com freqüência, tais “medidas educativas” ultrapassam o razoável e tornam-se atos violentos de abuso do poder parental.

Em termos estatísticas, no Brasil, cerca de 70% dos casos de violência contra crianças e jovens, tem as pais como agressores. Essas agressões, em geral descontroladas, são consideradas como medidas de educar e disciplinar, próprias do poder dos pais. No entanto, com freqüência, tais “medidas educativas” ultrapassam o razoável e tornam-se atos violentos de abuso do poder parental.

Um levantamento inédito do MNDH (Movimento Nacional de Direitos Humanos), realizado no Brasil, revelou que pais, avôs, tios e irmãos foram os autores de 34,4% dos homicídios infantis no ano anterior. Amigos e vizinhos são responsáveis por 4,6% das mortes violentas. O autor do crime não é conhecido em 55,3% dos casos.

Um levantamento inédito do MNDH (Movimento Nacional de Direitos Humanos), realizado no Brasil, revelou que pais, avôs, tios e irmãos foram os autores de 34,4% dos homicídios infantis no ano anterior. Amigos e vizinhos são responsáveis por 4,6% das mortes violentas. O autor do crime não é conhecido em 55,3% dos casos.

Muitos dos crimes investigados ocorreram na própria casa das crianças (44,3% dos casos) comprovando que o ambiente domestico é, em muitos casos, perigo e não proteção para as crianças.

Muitos dos crimes investigados ocorreram na própria casa das crianças (44,3% dos casos) comprovando que o ambiente domestico é, em muitos casos, perigo e não proteção para as crianças.

A maneira mais eficaz de diminuir o número de crianças e adolescentes que morrem por causa da violência doméstica, segundo especialistas, é detectar os abusos o mais cedo possível. Isso porque, antes da agressão fatal, é comum ocorrerem atos de abuso físico isolados que podem servir de alerta.

A maneira mais eficaz de diminuir o número de crianças e adolescentes que morrem por causa da violência doméstica, segundo especialistas, é detectar os abusos o mais cedo possível. Isso porque, antes da agressão fatal, é comum ocorrerem atos de abuso físico isolados que podem servir de alerta.

O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que médicos e professores são obrigados a denunciar todos os casos suspeitos ou confirmados de maus-tratos a crianças aos órgãos competentes.

O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que médicos e professores são obrigados a denunciar todos os casos suspeitos ou confirmados de maus-tratos a crianças aos órgãos competentes.

Para completar esse tema, cabe ressaltar que a violência contra as mulheres tem cifras alarmantes e crescentes, e que o maior número de casos ocorre contra meninas e mulheres, dentro de suas próprios casas, pelas mãos de seus pais ou padrastos e maridos ou companheiros, numa proporção superior a 70% das denúncias, no Brasil 

Para completar esse tema, cabe ressaltar que a violência contra as mulheres tem cifras alarmantes e crescentes, e que o maior número de casos ocorre contra meninas e mulheres, dentro de suas próprios casas, pelas mãos de seus pais ou padrastos e maridos ou companheiros, numa proporção superior a 70% das denúncias, no Brasil 

 

 

 

 

Violência policial

Essa forma pode ser considerada como violência sistêmica , na medida em que para muitos estudiosos os seus efeitos são considerados reflexos do passado político brasileiro.

Essa forma pode ser considerada como violência sistêmica , na medida em que para muitos estudiosos os seus efeitos são considerados reflexos do passado político brasileiro.

Há pelo menos quatro concepções diferentes de violência policial , que são relevantes para a compreensão e a redução de sua incidência no Brasil e que tem implicações importantes para a formulação e a implementação de estratégias de controle:

Há pelo menos quatro concepções diferentes de violência policial , que são relevantes para a compreensão e a redução de sua incidência no Brasil e que tem implicações importantes para a formulação e a implementação de estratégias de controle:

1. O uso da força física contra outra pessoa de forma ilegal, não relacionada ao cumprimento do dever legal ou de forma proibida por lei.

2. O uso desnecessário ou excessivo da força para resolver pequenos conflitos ou para prender um criminoso de forma ilegítima.

3. Os usos irregulares, anormais, escandalosos ou chocantes da força física contra outras pessoas.

4. O uso de mais força física do que um policial altamente competente consideraria necessário em uma determinada situação.

 

 

 

Vale ressaltar que nem todo policial é violento!!!!!!!!!!!!!! Esse tipo de profissional que abusa do poder é minoria e não maioria.

Alguns morrem durante o trabalho para garantir a segurança e a vida de outras pessoas!!!!!

 

Testes sobre violência 1. Com que freqüência você usa jóias? a) Quase nunca. b) Usa poucas vezes jóias discretas. c) Usa jóias chamativas sempre.

1. Com que freqüência você usa jóias? a) Quase nunca. b) Usa poucas vezes jóias discretas. c) Usa jóias chamativas sempre.

2. Sua cidade é: a) Pequena b) Média c) Grande 3. Você costuma fazer apenas um caminho no dia-a-dia? a) Não. Mudo sempre de caminho. b) Não presto atenção nisso. c) Meu caminho é o mesmo há anos.

2. Sua cidade é: a) Pequena b) Média c) Grande

3. Você costuma fazer apenas um caminho no dia-a-dia? a) Não. Mudo sempre de caminho. b) Não presto atenção nisso. c) Meu caminho é o mesmo há anos.

4. Qual seria a sua reação caso fosse assaltado no semáforo? a) Entregaria o dinheiro, abaixando um pouco o vidro. b) Abaixaria todo o vidro e entregaria a carteira. c) Aceleraria para tentar escapar. 5. Como você se sente em relação a sua segurança? a) Totalmente inseguro, a ponto de mudar meus hábitos. b) Um pouco preocupado, mas não seria o caso de mudar a rotina. c) Tranqüilo.

4. Qual seria a sua reação caso fosse assaltado no semáforo? a) Entregaria o dinheiro, abaixando um pouco o vidro. b) Abaixaria todo o vidro e entregaria a carteira. c) Aceleraria para tentar escapar.

5. Como você se sente em relação a sua segurança? a) Totalmente inseguro, a ponto de mudar meus hábitos. b) Um pouco preocupado, mas não seria o caso de mudar a rotina. c) Tranqüilo.

6. Caso tenha que sair à noite, você: a) Usa um táxi. b) Procura parar com o seu carro no estacionamento do local. c) Pára seu carro na rua. 7. Assinale os tipos de problemas mais comuns que ocorrem na sua cidade. a) Roubos esporádicos b) Bairros com pouca segurança c) Total insegurança em qualquer lugar

6. Caso tenha que sair à noite, você: a) Usa um táxi. b) Procura parar com o seu carro no estacionamento do local. c) Pára seu carro na rua.

7. Assinale os tipos de problemas mais comuns que ocorrem na sua cidade. a) Roubos esporádicos b) Bairros com pouca segurança c) Total insegurança em qualquer lugar

8. Você costuma andar na rua a que horas? a) Entre 8 e 18 horas. b) Entre 23 e 8 horas. c) Entre 18 e 23 horas. 9. Que tipo de roupas você usa? a) Roupas simples. b) Apesar de ser vaidoso, evito exageros. c) Roupas caras e de lojas famosas.

8. Você costuma andar na rua a que horas? a) Entre 8 e 18 horas. b) Entre 23 e 8 horas. c) Entre 18 e 23 horas.

9. Que tipo de roupas você usa? a) Roupas simples. b) Apesar de ser vaidoso, evito exageros. c) Roupas caras e de lojas famosas.

10. Qual seria a sua reação durante um assalto? a) Atenderia de pronto as ordens do assaltante. b) Tentaria conversar para amenizar a situação. c) Tentaria escapar na primeira chance. 11. Enquanto caminha você: a) Olha para todos os lados. b) Não olha para trás, mas presta atenção a sua frente. c) Está sempre disperso. 12. Qual a sua idade? a) Acima de 50 anos. b) Entre 31 e 50 anos. c) Entre 15 e 30 anos.

10. Qual seria a sua reação durante um assalto? a) Atenderia de pronto as ordens do assaltante. b) Tentaria conversar para amenizar a situação. c) Tentaria escapar na primeira chance.

11. Enquanto caminha você: a) Olha para todos os lados. b) Não olha para trás, mas presta atenção a sua frente. c) Está sempre disperso.

12. Qual a sua idade? a) Acima de 50 anos. b) Entre 31 e 50 anos. c) Entre 15 e 30 anos.

13. Seu bairro é: a) Calmo. b) Com violência moderada. c) Muito violento. 14. Você fala ao celular: a) Em locais fechados. b) Em qualquer local, menos no carro. c) Em qualquer local, até no carro. 15. Sua rotina é rígida? a) Não, varia todos os dias. b) Tenho pouca variação de horários. c) Sim, sempre saio e chego no mesmo horário.

13. Seu bairro é: a) Calmo. b) Com violência moderada. c) Muito violento.

14. Você fala ao celular: a) Em locais fechados. b) Em qualquer local, menos no carro. c) Em qualquer local, até no carro.

15. Sua rotina é rígida? a) Não, varia todos os dias. b) Tenho pouca variação de horários. c) Sim, sempre saio e chego no mesmo horário.

16. Qual seria sua reação ao perceber que está sendo seguido na rua? a) Mudaria de rua ou entraria em uma loja, supermercado etc. b) Imaginaria uma forma de fugir, caso fosse abordado. c) Continuaria andando na mesma velocidade e direção.

16. Qual seria sua reação ao perceber que está sendo seguido na rua? a) Mudaria de rua ou entraria em uma loja, supermercado etc. b) Imaginaria uma forma de fugir, caso fosse abordado. c) Continuaria andando na mesma velocidade e direção.

Resultados Some os subtotais relativos às respostas a, b e c para saber quantas vezes assinalou cada uma delas. Em seguida, multiplique os resultados pelos pesos de cada alternativa, segundo a tabela abaixo. Por último, some os valores e descubra se você é precavido.

Some os subtotais relativos às respostas a, b e c para saber quantas vezes assinalou cada uma delas. Em seguida, multiplique os resultados pelos pesos de cada alternativa, segundo a tabela abaixo. Por último, some os valores e descubra se você é precavido.

Até 10 pontos Você está no grupo mais visado pelos bandidos, principalmente se morar numa cidade grande. O ideal é que altere alguns hábitos e preste mais atenção à segurança. Entre 11 e 20 pontos Dependendo de onde você mora, pode se tornar alvo da ação de criminosos. É preciso tomar mais cuidados para diminuir o risco. Acima de 21 pontos Ou você está cercado de sossego, ou toma diversos cuidados para ficar menos vulnerável. Não há pontuação X Número de respostas C 1 Ponto X Número de respostas B 2 Pontos X Número de respostas A

Até 10 pontos Você está no grupo mais visado pelos bandidos, principalmente se morar numa cidade grande. O ideal é que altere alguns hábitos e preste mais atenção à segurança.

Entre 11 e 20 pontos Dependendo de onde você mora, pode se tornar alvo da ação de criminosos. É preciso tomar mais cuidados para diminuir o risco.

Acima de 21 pontos Ou você está cercado de sossego, ou toma diversos cuidados para ficar menos vulnerável.

TESTE SE VOCÊ É OU JÁ FOI VÍTIMA DE SEU PARCEIRO _______________________________________________________________   Fonte: Subsecretaria de Pesquisa e Cidadania – Secretaria de Estado de Segurança Pública   O seu parceiro ou parceira....   (   ) Te deixa constrangida falando palavrões ou te pondo para baixo? (   ) Te olha ou age de um jeito que te dá medo? (   ) Controla o que você faz, quem você encontra, com quem fala ou onde você vai? (   ) Te impede de ver ou falar com amigos e parentes? (   ) Fica com seu dinheiro, faz você pedir dinheiro ou se recusa a te dar dinheiro? (   ) Toma todas as decisões? (   ) Diz que você não é boa mãe, ameaça tirar as crianças de você ou ameaça machucá-las? (  ) Te agride (física ou psicologicamente), não dá importância às agressões, diz que a culpa é sua ou nega ter sido violento? (   ) Destrói suas coisas ou ameaça matar seus animais? (   ) Te intimida com armas de fogo, facas ou outras armas? (   ) Te sacode, esbofeteia ou bate em você? (   ) Te força a retirar a queixa, quando você vai à polícia? (   ) Ameaça se suicidar? (   ) Ameaça te matar? (   ) Te força a ter relação sexual quando você não está com vontade?   Se alguma dessas situações está acontecendo, você deve estar em situação de violência. Procure ajuda. Você não está sozinha.

TESTE SE VOCÊ É OU JÁ FOI VÍTIMA DE SEU PARCEIRO

_______________________________________________________________

 

Fonte: Subsecretaria de Pesquisa e Cidadania – Secretaria de Estado de Segurança Pública

 

O seu parceiro ou parceira....

 

(   ) Te deixa constrangida falando palavrões ou te pondo para baixo?

(   ) Te olha ou age de um jeito que te dá medo?

(   ) Controla o que você faz, quem você encontra, com quem fala ou onde você vai?

(   ) Te impede de ver ou falar com amigos e parentes?

(   ) Fica com seu dinheiro, faz você pedir dinheiro ou se recusa a te dar dinheiro?

(   ) Toma todas as decisões?

(   ) Diz que você não é boa mãe, ameaça tirar as crianças de você ou ameaça machucá-las?

(  ) Te agride (física ou psicologicamente), não dá importância às agressões, diz que a culpa é sua ou nega ter sido violento?

(   ) Destrói suas coisas ou ameaça matar seus animais?

(   ) Te intimida com armas de fogo, facas ou outras armas?

(   ) Te sacode, esbofeteia ou bate em você?

(   ) Te força a retirar a queixa, quando você vai à polícia?

(   ) Ameaça se suicidar?

(   ) Ameaça te matar?

(   ) Te força a ter relação sexual quando você não está com vontade?

 

Se alguma dessas situações está acontecendo, você deve estar em situação de violência. Procure ajuda. Você não está sozinha.

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