A Terra e os Planetas Telúricos

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Published on January 18, 2008

Author: guestdbe434

Source: slideshare.net

2. A Terra e os planetas telúricos Manifestações da actividade geológica Sistema Terra-Lua

Manifestações da actividade geológica

Sistema Terra-Lua

Manifestações da actividade geológica Entre os planetas telúricos, a Terra revela-se um dos mais activos. A actividade geológica dos planetas telúricos manifesta-se de modos diversos: Sismos Vulcões Movimentos tectónicos

Entre os planetas telúricos, a Terra revela-se um dos mais activos.

A actividade geológica dos planetas telúricos manifesta-se de modos diversos:

Sismos

Vulcões

Movimentos tectónicos

 

Agentes modificadores De origem interna : Acreção do planeta Contracção gravitacional Radiactividade De origem externa: Calor irradiado do Sol Energia cinética resultante dos impactos meteoríticos

De origem interna :

Acreção do planeta

Contracção gravitacional

Radiactividade

De origem externa:

Calor irradiado do Sol

Energia cinética resultante dos impactos meteoríticos

Na Terra a energia solar é o motor que acciona os agentes atmosféricos responsáveis pela meteorização e erosão.

Na Terra a energia solar é o motor que acciona os agentes atmosféricos responsáveis pela meteorização e erosão.

Lua, Mercúrio e Marte Planetas geologicamente mortos: não têm tectónica de placas a actividade vulcânica que eventualmente possam manifestar relaciona-se com impactos meteoríticos.

Planetas geologicamente mortos:

não têm tectónica de placas

a actividade vulcânica que eventualmente possam manifestar relaciona-se com impactos meteoríticos.

Lua e Mercúrio: Grande parte da sua superfície tem cerca de 4 000M.a. E a sua evolução terá terminado há cerca de 3 000 M.a. Lua, Mercúrio e Marte: vestígios de actividade vulcânica, possivelmente desencadeada pela energia cinética dos impactos meteoríticos. O calor desenvolvido teria sido suficiente para desencadear fenómenos de magmatismo.

Lua e Mercúrio: Grande parte da sua superfície tem cerca de 4 000M.a. E a sua evolução terá terminado há cerca de 3 000 M.a.

Lua, Mercúrio e Marte: vestígios de actividade vulcânica, possivelmente desencadeada pela energia cinética dos impactos meteoríticos. O calor desenvolvido teria sido suficiente para desencadear fenómenos de magmatismo.

Vénus Parece ainda activo. Atmosfera densa, rica em dióxido de carbono, com grande efeito de estufa O vulcanismo domina toda a superfície. Apresenta poucos sinais de erosão. Toda a superfície parece ter a mesma idade geológica, não mais de 500 M.a. Vulcões relacionados com sistemas de falhas, mas sem disposição linear como nos riftes terrestres. Também não existe subducção. Tem reciclagem de litosfera, mas não da mesma forma que a Terra

Parece ainda activo.

Atmosfera densa, rica em dióxido de carbono, com grande efeito de estufa

O vulcanismo domina toda a superfície.

Apresenta poucos sinais de erosão.

Toda a superfície parece ter a mesma idade geológica, não mais de 500 M.a.

Vulcões relacionados com sistemas de falhas, mas sem disposição linear como nos riftes terrestres. Também não existe subducção.

Tem reciclagem de litosfera, mas não da mesma forma que a Terra

Marte Vestígios de intensa actividade vulcânica. Maior vulcão de todo o sistema solar.

Vestígios de intensa actividade vulcânica.

Maior vulcão de todo o sistema solar.

Marte Tem rochas sedimentares nos pólos. Os sedimentos não estão dobrados, logo não há actividade interna. Tem areias e dunas, o que revela meteorização, porque tem atmosfera. Há água no estado sólido e gasoso, as condições de pressão e temperatura não permitem a sua existência no estado líquido

Tem rochas sedimentares nos pólos.

Os sedimentos não estão dobrados, logo não há actividade interna.

Tem areias e dunas, o que revela meteorização, porque tem atmosfera.

Há água no estado sólido e gasoso, as condições de pressão e temperatura não permitem a sua existência no estado líquido

 

Marte Apesar de na actualidade não existir água no estado líquido, a sua superfície é sulcada por vestígios de correntes líquidas muito semelhantes a uma rede hidrográfica com uma nascente, um sistema de afluentes, meandros, ilhas, etc. A morfologia do hemisfério norte é plana e semelhante à de um fundo oceânico. A actividade de Marte é exógena

Apesar de na actualidade não existir água no estado líquido, a sua superfície é sulcada por vestígios de correntes líquidas muito semelhantes a uma rede hidrográfica com uma nascente, um sistema de afluentes, meandros, ilhas, etc.

A morfologia do hemisfério norte é plana e semelhante à de um fundo oceânico.

A actividade de Marte é exógena

 

Sistema Terra-Lua A Lua é o único satélite da Terra É um planeta telúrico de pequenas dimensões e por isso de baixa força gravítica. Daí resulta a ausência de atmosfera e de hidrosfera

A Lua é o único satélite da Terra

É um planeta telúrico de pequenas dimensões e por isso de baixa força gravítica. Daí resulta a ausência de atmosfera e de hidrosfera

Origem da Lua Colisão razante da Terra com um planeta tipo Marte Fragmentação de ambos – as massas são ejectadas e afastam-se Parte dessa massa volta à Terra e outra parte acreciona-se originando a Lua

Colisão razante da Terra com um planeta tipo Marte

Fragmentação de ambos – as massas são ejectadas e afastam-se

Parte dessa massa volta à Terra e outra parte acreciona-se originando a Lua

 

É um planeta geológicamente morto, sem agentes de geodinâmica externa e interna.

É um planeta geológicamente morto, sem agentes de geodinâmica externa e interna.

A superfície lunar é marcada por numerosas crateras de impacto.

A superfície lunar é marcada por numerosas crateras de impacto.

Crosta lunar

Mare Imbrium - basalto A superfície da Lua é formada por “continentes” de cores claras e acidentados e pelos “mares”, de cores mais escuras e planas.

A superfície da Lua é formada por “continentes” de cores claras e acidentados e pelos “mares”, de cores mais escuras e planas.

Mares lunares Superfície plana Cor escura Constituídos por basalto A sua formação relaciona-se com impactos meteoríticos

Superfície plana

Cor escura

Constituídos por basalto

A sua formação relaciona-se com impactos meteoríticos

Mares lunares

Continentes lunares São escarpados Rochas claras, anortositos – essencialmente formados por feldspatos Apresentam maior número de crateras de impacto Ocupam uma maior extensão da superfície lunar.

São escarpados

Rochas claras, anortositos – essencialmente formados por feldspatos

Apresentam maior número de crateras de impacto

Ocupam uma maior extensão da superfície lunar.

Rochas lunares

Rególito lunar: materiais pulverulentos, soltos e de cor acinzentada, juntamente com esférulas vitrificadas, resultantes do arrefecimento de rocha fundida, após o impacto meteorítico.

Rególito lunar: materiais pulverulentos, soltos e de cor acinzentada, juntamente com esférulas vitrificadas, resultantes do arrefecimento de rocha fundida, após o impacto meteorítico.

Planeta telúrico de pequenas dimensões, logo de baixa força gravítica: não tem água no estado líquido nem atmosfera Alteração da superfície lunar pouco significativa Planeta geolgicamente morto

Planeta telúrico de pequenas dimensões, logo de baixa força gravítica: não tem água no estado líquido nem atmosfera

Alteração da superfície lunar pouco significativa

Planeta geolgicamente morto

3. A Terra, um planeta único a proteger 3.1 . A face da Terra. Continentes e fundos oceânicos 3.2. Intervenções do Homem nos subsistemas terrestres

Áreas continentais 0cupam 36% da superfície terrestre (29% emersos e 7% imersos) Têm uma espessura que varia entre os 20 e 70 Km oceanos continentes

0cupam 36% da superfície terrestre (29% emersos e 7% imersos)

Têm uma espessura que varia entre os 20 e 70 Km

 

Unidades básicas Escudos ou cratões – formam os núcleos de cada continente e são afloramentos pré-câmbricos. Plataformas estáveis – zonas de escudos que não afloram porque estão cobertas de sedimentos de origem marinha, depositados no decurso de fases de subida das águas. Cinturas orogénicas recentes – enormes cadeias alongadas de montanhas, resultantes da colisão continente-continente ou placa oceânica-continente.

Escudos ou cratões – formam os núcleos de cada continente e são afloramentos pré-câmbricos.

Plataformas estáveis – zonas de escudos que não afloram porque estão cobertas de sedimentos de origem marinha, depositados no decurso de fases de subida das águas.

Cinturas orogénicas recentes – enormes cadeias alongadas de montanhas, resultantes da colisão continente-continente ou placa oceânica-continente.

Núcleos pré - câmbricos

 

 

 

 

 

 

 

Fugi - Japão

 

Oceanos Das áreas cobertas pelas águas oceânicas podemos considerar: Um domínio continental Um domínio oceânico

Das áreas cobertas pelas águas oceânicas podemos considerar:

Um domínio continental

Um domínio oceânico

Domínio continental Plataforma continental – faz parte da crosta continental e prolonga o continente, podendo atingir a profundidade de -200 m. Talude continental – representa o limite da parte imersa do domínio continental, É uma zona de forte declive, cuja profundidade passa de -200 m para -2500 m.

Plataforma continental – faz parte da crosta continental e prolonga o continente, podendo atingir a profundidade de -200 m.

Talude continental – representa o limite da parte imersa do domínio continental, É uma zona de forte declive, cuja profundidade passa de -200 m para -2500 m.

Domínio oceânico Planícies abissais – profundidades compreendidas entre os 2500 m e 6000 m., correspondendo a 50% da superfície do Globo. Por vezes existem depressões, as fossas, muito profundas que podem ultrapassar os 11 000 m.

Planícies abissais – profundidades compreendidas entre os 2500 m e 6000 m., correspondendo a 50% da superfície do Globo. Por vezes existem depressões, as fossas, muito profundas que podem ultrapassar os 11 000 m.

Domínio oceânico Dorsais oceânicas – situam-se na parte média ou nos bordos dos oceanos. Elevam-se a 3000m acima dos fundos das bacias e estendem-se por uma largura com cerca de 1000Km.

Dorsais oceânicas – situam-se na parte média ou nos bordos dos oceanos. Elevam-se a 3000m acima dos fundos das bacias e estendem-se por uma largura com cerca de 1000Km.

Dorsais oceânicas

 

 

 

Na parte central de algumas dorsais existe um rifte , cuja profundidade varia entre -1800 e -2000m. As dorsais são cortadas por falhas transversais. As encostas destas montanhas submarinas são constituídas por lavas consolidadas dispostas em faixas paralelas para um e outro lado do rifte.

Na parte central de algumas dorsais existe um rifte , cuja profundidade varia entre -1800 e -2000m. As dorsais são cortadas por falhas transversais. As encostas destas montanhas submarinas são constituídas por lavas consolidadas dispostas em faixas paralelas para um e outro lado do rifte.

 

Rifte

 

 

 

 

 

 

 

 

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