1ª Aula Bioquimica - http://bio-quimica.blogspot.com

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Published on June 22, 2008

Author: jcbadboy

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LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA CLÍNICA Profa Rosilene Linhares Dutra

Ramo do laboratório clínico no qual os métodos químicos e bioquímicos são aplicados para pesquisa de uma doença. Compreendem mais de 1/3 de todas as investigações laboratoriais de um hospital; Analitos testados: - sangue; - urina; - aspirado do suco gástrico; - Líquor;

Ramo do laboratório clínico no qual os métodos químicos e bioquímicos são aplicados para pesquisa de uma doença.

Compreendem mais de 1/3 de todas as investigações laboratoriais de um hospital;

Analitos testados:

- sangue;

- urina;

- aspirado do suco gástrico;

- Líquor;

USO TESTES BIOQUÍMICOS DIAGNÓSTICO EXCLUSÃO DE DIAGNÓSTICO MONITORAMENTO DE TRATAMENTO MONITORAMENTO CURSO DA DOENÇA ESTABELECER PROGNÓSTICO TRIAGEM

DIAGNÓSTICO

EXCLUSÃO DE DIAGNÓSTICO

MONITORAMENTO DE TRATAMENTO

MONITORAMENTO CURSO DA DOENÇA

ESTABELECER PROGNÓSTICO

TRIAGEM

PROCEDIMENTOS PRÉ-ANALÍTICOS: - POP da coleta; - Orientações ao paciente; - Obtenção da amostra; - Tipos de amostra; - Processamento da amostra; - Armazenamento da amostra; - Transporte da amostra;

PRÉ-ANALÍTICOS:

- POP da coleta;

- Orientações ao paciente;

- Obtenção da amostra;

- Tipos de amostra;

- Processamento da amostra;

- Armazenamento da amostra;

- Transporte da amostra;

ANALÍTICOS: - Equipamentos; - Metodologia: . reações segundo o produto formado; . reações segundo o procedimento técnico; PÓS-ANALÍTICOS: - Cálculos corretos; - Linearidade do método; - Valores dos controles; - Resultados x quadro clínico paciente; - Liberação do resultado;

ANALÍTICOS:

- Equipamentos;

- Metodologia:

. reações segundo o produto formado;

. reações segundo o procedimento técnico;

PÓS-ANALÍTICOS:

- Cálculos corretos;

- Linearidade do método;

- Valores dos controles;

- Resultados x quadro clínico paciente;

- Liberação do resultado;

PROCEDIMENTOS PRÉ-ANALÍTICOS RECEBIMENTO E LEITURA DA SOLICITAÇÃO MÉDICA; ORIENTAÇÕES AO PACIENTE: - Necessidade de jejum? Por quanto tempo? - Restrição alimentar? - Tipo de amostra - Fornecimento de frasco, orientações de coleta; - Quantidade de amostra que deve ser coletada; - Horário da coleta x horário entrega ao laboratório; - Cuidados com a manipulação da amostra, armazenamento, tempo.

RECEBIMENTO E LEITURA DA SOLICITAÇÃO MÉDICA;

ORIENTAÇÕES AO PACIENTE:

- Necessidade de jejum? Por quanto tempo?

- Restrição alimentar?

- Tipo de amostra

- Fornecimento de frasco, orientações de coleta;

- Quantidade de amostra que deve ser coletada;

- Horário da coleta x horário entrega ao laboratório;

- Cuidados com a manipulação da amostra, armazenamento, tempo.

COLETA DA AMOSTRA: - Quantidade adequada; - Identificação do paciente e da amostra; - Informações sobre o caso clínico; - Registro do paciente e da amostra; - Tipo de tubo para coleta; - Viabilidade da amostra;

COLETA DA AMOSTRA:

- Quantidade adequada;

- Identificação do paciente e da amostra;

- Informações sobre o caso clínico;

- Registro do paciente e da amostra;

- Tipo de tubo para coleta;

- Viabilidade da amostra;

PUNÇÃO VENOSA SORO: - Parte líquida do sangue; - Coletar sem anticoagulante; - Centrifugar após a coagulação PLASMA: - uréia, glicose, creatinina - coletar com anticoagulante inibidor de glicólise - Obtido após centrifugação SANGUE TOTAL - Hemoglobina glicada 3.1) TIPOS DE AMOSTRAS

PUNÇÃO VENOSA

SORO:

- Parte líquida do sangue;

- Coletar sem anticoagulante;

- Centrifugar após a coagulação

PLASMA:

- uréia, glicose, creatinina

- coletar com anticoagulante inibidor de glicólise

- Obtido após centrifugação

SANGUE TOTAL

- Hemoglobina glicada

 

Sistema de Coleta com Vácuo

PUNÇÃO ARTERIAL SANGUE ARTERIAL: Sangue oxigenado pelos pulmões e bombeado do coração para todos os tecidos; É essencialmente uniforme em composição em todo corpo; Nível hospitalar; UTI Gasometria: . ângulo de 30 a 45° (artéria radial); . ângulo de 45 – 60° (artéria braquial); . ângulo de 45-90° (artéria femoral)

PUNÇÃO ARTERIAL

SANGUE ARTERIAL:

Sangue oxigenado pelos pulmões e bombeado do coração para todos os tecidos;

É essencialmente uniforme em composição em todo corpo;

Nível hospitalar;

UTI

Gasometria:

. ângulo de 30 a 45° (artéria radial);

. ângulo de 45 – 60° (artéria braquial);

. ângulo de 45-90° (artéria femoral)

 

LOCAIS DE PUNÇÃO ARTERIAL

 

PUNÇÃO CAPILAR Controle da glicemia Coagulação LÍQUIDOS CORPÓREOS LCR; Sinovial; Ascítico; Pleural; Pericárdico URINA - Provas bioquímicas; - TTGO

PUNÇÃO CAPILAR

Controle da glicemia

Coagulação

LÍQUIDOS CORPÓREOS

LCR;

Sinovial;

Ascítico;

Pleural;

Pericárdico

URINA

- Provas bioquímicas;

- TTGO

Facilmente palpável; Braço sem realização de mastectomia;, Braço sem infusão IV; Local sem hematoma, edema, contusão; Local sem múltiplas punções; Uso de bolsa de água quente; NÃO APLICAR “TAPINHAS” NO LOCAL A SER PUNCIONADO ; Não dobrar o braço após a coleta....aplicar pressão no local é suficiente; Retirar objetos do braço do paciente a ser puncionado; 3.2) SELEÇÃO DA VEIA

Facilmente palpável;

Braço sem realização de mastectomia;,

Braço sem infusão IV;

Local sem hematoma, edema, contusão;

Local sem múltiplas punções;

Uso de bolsa de água quente;

NÃO APLICAR “TAPINHAS” NO LOCAL A SER PUNCIONADO ;

Não dobrar o braço após a coleta....aplicar pressão no local é suficiente;

Retirar objetos do braço do paciente a ser puncionado;

3.3) MICROCOLETA DE SANGUE CAPILAR E VENOSO PARA NEONATOS E BEBÊS: Punção digital; Punção do calcanhar; Profundidade da lanceta: 2,4 mm Coletar em macas com auxílio de outro profissional. Coagulação – Punção lóbulo da orelha

3.3) MICROCOLETA DE SANGUE CAPILAR E VENOSO PARA NEONATOS E BEBÊS:

Punção digital;

Punção do calcanhar;

Profundidade da lanceta: 2,4 mm

Coletar em macas com auxílio de outro profissional.

Coagulação – Punção lóbulo da orelha

3.4) ERROS NA COLETA: - Técnica aplicada na coleta: hemólise, liberação de K + das HM; - Estase prolongada (garrote > 2 minutos) durante a punção venosa; - Amostra insuficiente; - Erros na cronometragem: ex: Urina de 24hs - Recipiente incorretos; - Local de coleta inadequado; - Tubos de soro coletados antes dos tubos contendo anticoagulante; - Armazenamento incorreto:  K + ,  PO 4 2- ,  enzimas das HM

3.4) ERROS NA COLETA:

- Técnica aplicada na coleta: hemólise, liberação de K + das HM;

- Estase prolongada (garrote > 2 minutos) durante a punção venosa;

- Amostra insuficiente;

- Erros na cronometragem: ex: Urina de 24hs

- Recipiente incorretos;

- Local de coleta inadequado;

- Tubos de soro coletados antes dos tubos contendo anticoagulante;

- Armazenamento incorreto:  K + ,  PO 4 2- ,  enzimas das HM

Hemólise

ARMAZENAMENTO, CONSERVAÇÃO E TRANSPORTE - Possibilitar a manutenção da integridade dos elementos; -Contribuir para estabilidade das substâncias químicas; - Orientações ao paciente; - Tempo máximo 1hora até o laboratório; - Refrigeração 2-10°C; - Atividade enzimática estável por 4 dias entre 15-25°C; - Turbulência excessiva leva a hemólise; - Evaporação de amostras;

ARMAZENAMENTO, CONSERVAÇÃO E TRANSPORTE

- Possibilitar a manutenção da integridade dos elementos;

-Contribuir para estabilidade das substâncias químicas;

- Orientações ao paciente;

- Tempo máximo 1hora até o laboratório;

- Refrigeração 2-10°C;

- Atividade enzimática estável por 4 dias entre 15-25°C;

- Turbulência excessiva leva a hemólise;

- Evaporação de amostras;

PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS EQUIPAMENTOS: - Centrífuga; - Espectrofotômetro; - Densitômetro para eletroforese; - Fotômetro de chama; - Deionizador; - Banho-maria; - Estufa para secagem

EQUIPAMENTOS:

- Centrífuga;

- Espectrofotômetro;

- Densitômetro para eletroforese;

- Fotômetro de chama;

- Deionizador;

- Banho-maria;

- Estufa para secagem

CENTRIFUGAÇÃO: - Após repouso de 20-30 minutos para coagulação; - Suave; - Tempo determinado para o analito (3500rpm/10min); - Retirar o coágulo rapidamente.

CENTRIFUGAÇÃO:

- Após repouso de 20-30 minutos para coagulação;

- Suave;

- Tempo determinado para o analito (3500rpm/10min);

- Retirar o coágulo rapidamente.

ESPECTROFOTÔMETRO A espectrofotometria baseia-se na absorção da radiação nos comprimentos de onda entre o ultravioleta e o infravermelho; Quando luz passa através de uma amostra ou quando ela é refletida de uma amostra, a quantidade de luz absorvida é a diferença entre a radiação incidente (I 0 ) e a radiação transmitida (I). A quantidade de luz absorvida é expressa tanto como transmitância ou absorbância .

ESPECTROFOTÔMETRO

A espectrofotometria baseia-se na absorção da radiação nos comprimentos de onda entre o ultravioleta e o infravermelho;

Quando luz passa através de uma amostra ou quando ela é refletida de uma amostra, a quantidade de luz absorvida é a diferença entre a radiação incidente (I 0 ) e a radiação transmitida (I). A quantidade de luz absorvida é expressa tanto como transmitância ou absorbância .

COMPONENTES BÁSICOS DA FOTOMETRIA Fonte de energia elétrica Fonte de energia radiante Lâmpada de Tunstênio – UV próximo e visível Lâmpada de Hidrogênio – região do UV Monocromador Porta Cubetas Quadradas Redondas Detectores: E° radiante transmitida em E° elétrica Circuito medidor: E° elétrica emitida e medido em A e/ou T

Fonte de energia elétrica

Fonte de energia radiante

Lâmpada de Tunstênio – UV próximo e visível

Lâmpada de Hidrogênio – região do UV

Monocromador

Porta Cubetas

Quadradas

Redondas

Detectores: E° radiante transmitida em E° elétrica

Circuito medidor: E° elétrica emitida e medido em A e/ou T

 

A absorção da luz é tanto maior quanto mais concentrada for a solução por ela atravessada A absorção da luz é tanto maior quanto maior for a distância percorrida pelo feixe luminoso através das amostras solução 10 g/l I o I T1 solução 20 g/l I T2 I o feixe de luz de intensidade I o 1 cm I o I T1 I o I T3 3 cm feixe de luz de intensidade I o

 Logo: Quando a E°radiante atravessa uma solução, a quantidade de E° transmitida  com: -  espessura atravessada (LEI DE LAMBERT); -  da concentração ou intensidade da cor da solução (LEI DE BEER); “ LEI DE LAMBERT-BEER” A relação entre E emergente / E° incidente indica a transmitância da solução

 Logo: Quando a E°radiante atravessa uma solução, a quantidade de E° transmitida  com:

-  espessura atravessada (LEI DE LAMBERT);

-  da concentração ou intensidade da cor da solução (LEI DE BEER);

“ LEI DE LAMBERT-BEER”

A relação entre E emergente / E° incidente indica a transmitância da solução

Se a luz passa em uma solução onde não há absorção nenhuma, a absorvância será zero e a transmitância será 100.

 

ESPECTRO UV / VISÍVEL Na faixa de leitura entre 400 – 700 nm

ESPECTRO UV O espectro UV está dividido em 3 partes: UVC (< 280nm), UVB (280–320nm), UVA (320–400nm).

UVA – Luz Negra – 320:400 nm Bronzeado; Formação da catarata; UVB – Região do eritema – 280:320nm Região potencialmente carcinogênica; Protetores solares; UVC – Bactericida e Germicida - < 280 nm Protegidos pela camada de ozônio; Lâmpadas de vidro bloqueiam completamente esses raios;

UVA – Luz Negra – 320:400 nm

Bronzeado;

Formação da catarata;

UVB – Região do eritema – 280:320nm

Região potencialmente carcinogênica;

Protetores solares;

UVC – Bactericida e Germicida - < 280 nm

Protegidos pela camada de ozônio;

Lâmpadas de vidro bloqueiam completamente esses raios;

PRINCÍPIO DA COR COMPLEMENTAR

OU SEJA: “ Uma solução AZUL absorve o VERMELHO com maior intensidade e portanto deve-se escolher a porção vermelha para medida da solução azul” OBJETIVO: “ Utilizar uma faixa no espectro na qual a E° radiante seja absorvida ao máximo ou aproximadamente”

OU SEJA:

“ Uma solução AZUL absorve o VERMELHO com maior intensidade e portanto deve-se escolher a porção vermelha para medida da solução azul”

OBJETIVO:

“ Utilizar uma faixa no espectro na qual a E° radiante seja absorvida ao máximo ou aproximadamente”

ESPECTRO IV Útil na determinação de grupos funcionais em compostos orgânicos; Quando a ligação covalente entre os átomos sofre ação de E° elas vibram e deformam; O retorno ao estado original, libera E° que é medida;

Útil na determinação de grupos funcionais em compostos orgânicos;

Quando a ligação covalente entre os átomos sofre ação de E° elas vibram e deformam;

O retorno ao estado original, libera E° que é medida;

DENSITÔMETRO Instrumento de controle utilizado para medir a densidade óptica em amostras opacas; - Uso em eletroforese de proteínas, lipídios e Hb;

DENSITÔMETRO

Instrumento de controle utilizado para medir a densidade óptica em amostras opacas;

- Uso em eletroforese de proteínas, lipídios e Hb;

FOTÔMETRO DE CHAMA Medida de concentração de um determinado produto químico, alcalino ou alcalino terroso, quando é introduzido em uma chama na forma de aerossol. Chama excita os átomos com produção de espectros característicos. Converte amostras líquidas em estados gasosos, decompondo em átomos. Para dosagem de: - Na - K - Li - Ca

FOTÔMETRO DE CHAMA

 

DEIONIZADOR São úteis para obter água desmineralizada com alto grau de pureza aniônica e catiônica; Utiliza método de Resina de troca iônica: - Remoção dos cátions presentes na água bruta – RESINA H + ; - Remoção dos ânions presentes na água bruta – RESINA HO - ;

DEIONIZADOR

Elementos retirados: - Cálcio; - Nitrato; - Manganês; - CO 2 ; - magnésio; - Sílica; - Bicarbonato; - Cloretos - Sódio; - Hidrogênio; - Carbonatos; - Potássio; - Ferro; - Sais;

BANHO MARIA Aquecimento lento e uniforme sem exceder 100°C; Acima de 100°C, o calor transferido à água é transformado em energia cinética, formando vapor;

BANHO MARIA

ESTUFA PARA SECAGEM Não inserir vidraria volumétrica Vidraria volumétrica : Balões volumétricos; Pipetas volumétricas . Vidraria Não-volumétrica : Tubos de ensaio; Frascos para reagentes; Funil; Béquer **; Proveta **;

ESTUFA PARA SECAGEM

Vidraria volumétrica :

Balões volumétricos;

Pipetas volumétricas .

Vidraria Não-volumétrica :

Tubos de ensaio;

Frascos para reagentes;

Funil;

Béquer **;

Proveta **;

Problemas analítico: Calibração equipamento; Limpeza do instrumento; Qualidade dos reagentes; Controle de qualidade do equipamento; Manutenção de peças do equipamento;

Problemas analítico:

Calibração equipamento;

Limpeza do instrumento;

Qualidade dos reagentes;

Controle de qualidade do equipamento;

Manutenção de peças do equipamento;

METODOLOGIA:

METODOLOGIA:

SEGUNDO PRODUTO FORMADO AGLUTINAÇÃO COLORIMÉTRICA PRECIPITAÇÃO

REAÇÃO DE PONTO FINAL: Aquelas reações que formam produtos cuja concentração chega a um ponto máximo permanecendo estável por um certo tempo; SEGUNDO PROCEDIMENTO TÉCNICO

REAÇÃO DE PONTO FINAL:

Aquelas reações que formam produtos cuja concentração chega a um ponto máximo permanecendo estável por um certo tempo;

REAÇÃO DE CINÉTICA CONTÍNUA: Reações que utilizam medidas contínuas da formação de produtos;

REAÇÃO DE CINÉTICA CONTÍNUA:

Reações que utilizam medidas contínuas da formação de produtos;

REAÇÕES CINÉTICAS DE TEMPO FIXO: Reações que utilizam um tempo fixo de incubação sendo a formação de produtos interrompida por qualquer processo. REAÇÃO DE CINÉTICA DE 2 PONTOS : Útil para diminuir tempo de reação, eliminar interferentes.

REAÇÕES CINÉTICAS DE TEMPO FIXO:

Reações que utilizam um tempo fixo de incubação sendo a formação de produtos interrompida por qualquer processo.

REAÇÃO DE CINÉTICA DE 2 PONTOS :

Útil para diminuir tempo de reação, eliminar interferentes.

3. LIMPEZA MATERIAL LABORATÓRIO VIDRARIA Deve ser imersa, logo após o uso, em uma solução de detergente neutro (Extran) a 2,0%, por mínimo 1hora (over night); Secar a temperatura ambiente. PIPETAS E TUBOS: Colocadas após uso, submersas em frasco contendo solução de detergente a 2,0% Enxaguados exaustivamente com água de torneira e lavados no mínimo 2 x com água destilada ou deionizada; Secar em estufa a 80°C;

VIDRARIA

Deve ser imersa, logo após o uso, em uma solução de detergente neutro (Extran) a 2,0%, por mínimo 1hora (over night);

Secar a temperatura ambiente.

PIPETAS E TUBOS:

Colocadas após uso, submersas em frasco contendo solução de detergente a 2,0%

Enxaguados exaustivamente com água de torneira e lavados no mínimo 2 x com água destilada ou deionizada;

Secar em estufa a 80°C;

PONTEIRAS: - Colocadas após uso, submersas em frasco de boca larga contendo solução de detergente a 2,0% ou de NaOH a 1%; - Agitar vigorosamente por cerca de 30 minutos e enxaguar exaustivamente com água de torneira e com água destilada; - Secar em estufa a 37°C; CUBETAS: - Lavadas após o uso com água deionizada;

PONTEIRAS:

- Colocadas após uso, submersas em frasco de boca larga contendo solução de detergente a 2,0% ou de NaOH a 1%;

- Agitar vigorosamente por cerca de 30 minutos e enxaguar exaustivamente com água de torneira e com água destilada;

- Secar em estufa a 37°C;

CUBETAS:

- Lavadas após o uso com água deionizada;

PROCEDIMENTOS PÓS - ANALÍTICOS Cálculos corretos? Há linearidade do método? Valores dos controles estão dentro do limite estabelecido? Há valores de referência? Resultados e quadro clínico são compatíveis?

Cálculos corretos?

Há linearidade do método?

Valores dos controles estão dentro do limite estabelecido?

Há valores de referência?

Resultados e quadro clínico são compatíveis?

FATORES BIOLÓGICOS QUE AFETAM A INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Sexo; Idade; Dieta; Horário da coleta; Estresse e ansiedade; Postura do paciente; Exercícios; Histórico médico do paciente; Gravidez; Ciclo menstrual; Medicamentos;

Sexo;

Idade;

Dieta;

Horário da coleta;

Estresse e ansiedade;

Postura do paciente;

Exercícios;

Histórico médico do paciente;

Gravidez;

Ciclo menstrual;

Medicamentos;

Classificação das CAUSAS DE ERROS nas dosagens bioquímicas

ENGANOS : - Troca de rótulo; - Troca de amostras durante o processamento; - Troca de amostras ou reagentes durante a pipetagem; - Leitura incorreta de instrumentos; - Cálculos errados; - Erro na transcrição de resultados; ERROS INADMISSÍVEIS

ENGANOS :

- Troca de rótulo;

- Troca de amostras durante o processamento;

- Troca de amostras ou reagentes durante a pipetagem;

- Leitura incorreta de instrumentos;

- Cálculos errados;

- Erro na transcrição de resultados;

ERROS OCASIONAIS ACIDENTAIS: - Presença de substâncias interferentes na amostra; - Tubos ou pipetas contaminadas; - Diferentes técnicos;

ACIDENTAIS:

- Presença de substâncias interferentes na amostra;

- Tubos ou pipetas contaminadas;

- Diferentes técnicos;

REPETITIVOS: - Técnicas de baixa precisão e exatidão; - Reagentes deteriorados ou de má qualidade; - Perda de precisão da vidraria e equipamentos; - Curva ou fator de calibração errados; ERROS SISTEMÁTICOS

REPETITIVOS:

- Técnicas de baixa precisão e exatidão;

- Reagentes deteriorados ou de má qualidade;

- Perda de precisão da vidraria e equipamentos;

- Curva ou fator de calibração errados;

Exercício em Dupla 1 - Cite e comente os cuidados que devem ser tomados nos procedimentos que antecedem a análise do sangue? 2 – Cite e comente dois problemas que podem ocorrer durante a análise do sangue no setor de bioquímica? 3 – Por que as vidrarias devem ser lavadas com sabão neutro e água deionizada? Que problemas teremos se não forem lavadas corretamente? 4 – Quando uma coleta de urina de 24 horas foi orientada incorretamente o que acontecerá com o resultado liberado no laboratório de bioquímica? 5 – Você centrifugou um sangue e observou que o soro está hemolisado. Qual etapa do procedimento poderá ter ocasionado o rompimento dos glóbulos vermelhos? Explique?

1 - Cite e comente os cuidados que devem ser tomados nos procedimentos que antecedem a análise do sangue?

2 – Cite e comente dois problemas que podem ocorrer durante a análise do sangue no setor de bioquímica?

3 – Por que as vidrarias devem ser lavadas com sabão neutro e água deionizada? Que problemas teremos se não forem lavadas corretamente?

4 – Quando uma coleta de urina de 24 horas foi orientada incorretamente o que acontecerá com o resultado liberado no laboratório de bioquímica?

5 – Você centrifugou um sangue e observou que o soro está hemolisado. Qual etapa do procedimento poderá ter ocasionado o rompimento dos glóbulos vermelhos? Explique?

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